domingo, 15 de julho de 2007

Vida sem Cor


Quem não gosta de andar sem rumo, ver o tempo, sentir o vento, avistar a flor.
Absorver o frescor do sol, a luz do dia, observar os pássaros, com passos lentos.
Sentir a vida em suas mãos por um segundo, é tão confuso.
Sombra à vista, brisa, suor e calor.
Volto-me por um instante, o tempo passa e me resgata, saboreio o momento.
Por que não paro? O tempo corre, corro junto, passos rápidos, tudo passou.
Fica pra trás o sentido, volto pro vício de uma vida sem cor.

Um comentário:

Milla Loureiro disse...

Vim regar as florzinhas de minha amiga Fê...assim nosso jardim será sempre vivo e florido!