domingo, 5 de agosto de 2007

Quantas vezes

Quantas vezes

Sai perambulando

Sem hora marcada

Procurando por nada

Esperando por ninguém.


Encontrei com todo mundo

Sorriso meio sem graça

Falei com certo desdém.


Vi as pessoas andando

Passos rápidos

Cabeças baixas

Olhar frio, pensamento longe.


Fiquei preocupada

Rostos com máscaras

Ninguém reconhece ninguem.


Volto pra casa

Mudo meu rumo

Mudo a história que escreveram pra mim

Quero magia, quero graça

Viver com raça

Viver por mim!











6 comentários:

Cadinho RoCo disse...

Saber o que quer já é sinal de que o primeiro passo aconteceu.
http://cadinhoroco.loginstyle.com

*Lusinha* disse...

E tem horas que é preciso vivermos só para nós mesmos...
Bjitos!

Milla Loureiro disse...

que lindo nanda....adorei!

Mestre disse...

Nosso rumo, nossa história somos nós próprios que escrevemos...não podemos apagar erros, mas podemos emendá-los, mudar a página.
Viva sempre assim, para si e por si.
Beijo suave

Rainha de Copas disse...

ow, flor. brigadissima pela homenaaaaaaaaagem! ameiiii! brigada mesmo tá? bom saber que eu agrado!

Line disse...

ahhh adorei!
adorei o poema, o blog, tudo!
vo voltar sempre aqui ^^
=********