segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Deixa-me


Talvez eu devesse levantar e encarar a claridade do meu mundo,
já faz tempo que a noite acabou e os meus braços começaram
a adormecer, percebo o movimento inevitável e fico sem refúgio,
pareço uma criança indefesa, mais continuo ali, estática,
como se alguém fosse chegar e sacudir o edredom e dar um berro.
Mesmo assim não me mexo. Pouco importa o que irão pensar.
Hoje talvez o dia não exista para mim,
e com os músculos relaxados e sorriso de preguiça vou
esperando novamente o sono chegar...

7 comentários:

Taynar disse...

Hum... Dar um grito, músculos relaxados.
Acho que vou atrás do meu edredon.

Beijos, moça

GUILHERME PIÃO disse...

Tem dia que estou assim, dá uma preguiça danada...ehehe
Abraços

Troll disse...

Meus dias têm pedido mais edredom e menos gritos. *rs*

Tyr Quentalë disse...

Letargia?
Muitas vezes nosso corpo pede mais por cama e edredom, mas há um limite, caríssima amiga.
às vezes certos sorrisos escondem muito mais em meio a essa letargia que nos impele a voltar para cama.
Vc está bem?

Uma Vencedora disse...

Nandinha,

Passa lá no meu cantinho para me ajudar a apagar a velinha de um ano no meu blog...

Bjs

Janaína

ferdi: disse...

Lindo poema. Eu não tenho a serenidade de esperar o sono chegar. Tavez devesse tentar.
Bjos!!

Cláudia I. Vetter disse...

dia após dia, é a vida.

;)